Como a automação garante a qualidade no tratamento de efluentes?

Por 30/10/2018Outros

Com os avanços tecnológicos no âmbito da instrumentação, juntamente com a facilidade cada vez maior no acesso aos instrumentos de medição e controle, o monitoramento e a automação estão se tornando fundamentais nas novas ou já existentes Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) no Brasil.

Os benefícios são diversos, desde um maior controle do processo, garantindo maior qualidade no tratamento, até a possibilidade de otimização da mão de obra com a implementação de rotinas automáticas no tratamento, passando também pelo campo do monitoramento, onde é possível monitorar as principais variáveis do processo de maneira rápida e dinâmica através de uma tela de supervisório ou um computador, por exemplo.

A Sharewater, pensando sempre na qualidade e otimização de seus serviços, tomou a frente nessa vanguarda de instrumentação e controle e utiliza em suas Estações de Tratamento de Esgoto com fins para reuso uma ampla gama de instrumentos de medição, conferindo às plantas um alto e sofisticado nível de automação. Sensores de nível são utilizados, não só para acompanhar os níveis dos reservatórios em todas as etapas do processo de tratamento, mas também como parte de sistemas automáticos de controle, controlando, dentre outras ações, o acionamento de bombas, a dosagem de produtos e químicos, a abertura e o fechamento de válvulas.

sistema de monitoramento e automação

Sistema de automação e monitoramento remoto do Shopping Metropolitano Barra, localizado no Rio de Janeiro, RJ. Sistema projetado e operado pela Sharewater.

Para o monitoramento e a análise de todas as etapas do processo, são utilizados sensores como os de pH, Oxigênio Dissolvido, Condutividade e Turbidez. A análise em tempo real destes dados possibilita uma visão geral da qualidade do tratamento e também permite ações de correção e ajuste de processos de maneira rápida e eficiente, prevenindo descontroles indesejáveis no processo de tratamento.

Toda essa oferta de dados, análises e automatizações agrupadas em um sistema supervisório sofisticado onde é possível, pelo computador, acessar o processo, tanto de maneira geral, quanto cada uma de suas etapas de maneira isolada, garante aos operadores da ETE um alto nível de controle e operação do sistema, oferecendo ao final do processo uma água sempre de alta qualidade seguindo à risca todos os padrões de qualidade necessários para cada tipo de uso final.

Conteúdo: Engº. Eduardo Souza, formado pela Escola Politécnica da USP, atualmente colaborador da Sharewater.

Saiba mais sobre o sistema em funcionamento no Shopping Metropolitano Barra (RJ).

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